O aviao acabara de aterrisar (diga-se de passagem: a melhor aterrisagem de minha vida). 10 horas e meia nas nuvens; terra novamente. Es quando observo quao bela es a garotinha de uns dois anos de idade sentada na fileira logo atras de mim. E eu vi neve pela primeira vez. "mamae, olha neve!" disse a pequena. E o chao onde o aviao taxiava era branco.
Retirado de: www.diariodeviagem.blog.ca
Postado em: 04 de janeiro de 2009
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Nice eyes
Ufba. Primeiro dia de aula.
você entra na sala e da de cara com esses olhos
Encontrar com uma dessas aqui em Salvador seria realmente de se espantar.
Mas em Hollywood... Talvez até parecesse normal.
A arte é feita pelo americano Kevin Carter e já está sendo disponilizada pela internet pela bagatela de mil e quatrocentos reias (sem o frete).
você entra na sala e da de cara com esses olhos
Encontrar com uma dessas aqui em Salvador seria realmente de se espantar.
Mas em Hollywood... Talvez até parecesse normal.
A arte é feita pelo americano Kevin Carter e já está sendo disponilizada pela internet pela bagatela de mil e quatrocentos reias (sem o frete).
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Spike Lee e o calor
Confesso que não foi um dos filmes em que prestei muita atenção.... Na verdade, quem bem lembra dos filmes assistidos no colégio, também lembra que eram aulas que usavamos para juntar todo mundo no fundão e fazer qualquer coisa do tipo conversar, jogar cartas, corrida de avião de papel, trancinha no cordão do tênis...
Até que lembro basicamente do enredo e de algumas locações, mas o que seria importante para as redações (nomes de personagens e suas histórias) não faço a mínima ideia. (Se bem que para ser bem sincera, nome da personagem é uma coisa que não fixa na minha memória. Posso assistir o seriado toda semana, ler o livro inteiro com 500 páginas que no momento em que terminar não saberei te dizer quem fazia parte da história, salve Harry Potter, Hermione Granger, os Wesley, Charlie, Alan, Leonerd, Phoebe, Joey, Monica, Chandler e talvez mais uma dúzia qualquer. (Nao tão qualquer assim).
Talvez seja mesmo de se estranhar que eu tenha virado fã de Spike Lee com um filme cuja história eu nem saberia contar.
Mas um filme não é só feito de história. Talvez alguns até reparem na trilha sonora, e não só nas músicas mas também nos sons. Outros podem reparar nas roupas, penteados, maquiagens. Outros ainda nas locações escolhidas para cada cena e viajando assim poderia escrever muitas e muitas linhas. Talvez eu me perdesse e não chegasse onde quero chegar.
Pois foi pela arte, pelo conjunto de locações, expressões, roupas, que adorei Spike Lee no filme "Do the right thing".
Assistindo aquelas duas horas que pareciam mais quatro, tenho como certeza que todos os espectadores puderam sentir a agonia e a aflição gerada pelo calor da cidade. Tudo foi muito bem pensado, escrito, dirigido. O filme parece abafado, sem vento, parado. O clima de calor é trabalhado nos sons, nas fotos paradas da cidade onde não parece ter vento, no suor das personagens, no humor irritadiço e estressado, na agonia.
Engraçado como sempre me lembro desse filme, e como sempre que me lembro fico maravilhada com a maneira como Spike Lee conseguiu transmitir tanto calor para o filme dele.
Pois esse verão está demais. Não me lembro quando senti tanto calor assim, dentro de casa, sentada assistindo televisão. Não sei se já é tão comum assim ter ar condicionado não só no quarto mas na sala também, mas na minha não tem. É a primeira vez que eu me pego com todas as janelas abertas e suando na sala. Não tão primeira vez, há duas semanas esse fato tem ocorrido.
Se a cada ano está pior, não vou nem muito longe: coloque apenas o verão de daqui a dois anos. Pretendo estar esquiando, com toda a minha certeza.
Até que lembro basicamente do enredo e de algumas locações, mas o que seria importante para as redações (nomes de personagens e suas histórias) não faço a mínima ideia. (Se bem que para ser bem sincera, nome da personagem é uma coisa que não fixa na minha memória. Posso assistir o seriado toda semana, ler o livro inteiro com 500 páginas que no momento em que terminar não saberei te dizer quem fazia parte da história, salve Harry Potter, Hermione Granger, os Wesley, Charlie, Alan, Leonerd, Phoebe, Joey, Monica, Chandler e talvez mais uma dúzia qualquer. (Nao tão qualquer assim).
Talvez seja mesmo de se estranhar que eu tenha virado fã de Spike Lee com um filme cuja história eu nem saberia contar.
Mas um filme não é só feito de história. Talvez alguns até reparem na trilha sonora, e não só nas músicas mas também nos sons. Outros podem reparar nas roupas, penteados, maquiagens. Outros ainda nas locações escolhidas para cada cena e viajando assim poderia escrever muitas e muitas linhas. Talvez eu me perdesse e não chegasse onde quero chegar.
Pois foi pela arte, pelo conjunto de locações, expressões, roupas, que adorei Spike Lee no filme "Do the right thing".
Assistindo aquelas duas horas que pareciam mais quatro, tenho como certeza que todos os espectadores puderam sentir a agonia e a aflição gerada pelo calor da cidade. Tudo foi muito bem pensado, escrito, dirigido. O filme parece abafado, sem vento, parado. O clima de calor é trabalhado nos sons, nas fotos paradas da cidade onde não parece ter vento, no suor das personagens, no humor irritadiço e estressado, na agonia.
Engraçado como sempre me lembro desse filme, e como sempre que me lembro fico maravilhada com a maneira como Spike Lee conseguiu transmitir tanto calor para o filme dele.
Pois esse verão está demais. Não me lembro quando senti tanto calor assim, dentro de casa, sentada assistindo televisão. Não sei se já é tão comum assim ter ar condicionado não só no quarto mas na sala também, mas na minha não tem. É a primeira vez que eu me pego com todas as janelas abertas e suando na sala. Não tão primeira vez, há duas semanas esse fato tem ocorrido.
Se a cada ano está pior, não vou nem muito longe: coloque apenas o verão de daqui a dois anos. Pretendo estar esquiando, com toda a minha certeza.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Brigadeiro de panela.
Tudo bem que isso não era o que eu esperava para o meu primeiro post culinário... Definitvamente não era.
Mas até que um brigadeiro de panela é uma ótima opção para:
- Férias
- Um dia sozinho em casa sem muito o que fazer (o que é praticamente igual a: ver televisão o dia inteiro)
- Um dia com amigos em casa com muito o que fazer (para deixar a conversa mais empolgante ou o filme mais gostoso)
- Matar o desejo de comer brigadeiro ou simplesmente a vontade de comer chocolate quando não tem chocolate em casa.
Digamos que tenha sido mais ou menos por esses motivos (ou mesmo pela simples vontade de escrever) que resolvi registrar que o brigadeiro de panela fica muito, muito, muito mais saboroso se preparado desta maneira:
Para começar, pegue uma lata de leite condensado e uma de creme de leite e leve-as bem. (Pode ter certeza que vocë NÃO vai gostar de criar uma verminose ou amebiase dentro de você. Além de ser hiper nojento, DOI pra caramba).
Escolha uma panela legal e coloque-a no fogo com o leite condensado e o creme de leite. (DICA: coloque o creme de leite na geladeira ou no freezer por algum tempo antes de resolver botar a mão na massa. Isso irá separar o soro do creme, que ficará no fundo da lata, fácil de ser removido antes de colocar o creme na panela).
É basicamente isso. Acrescentar uma lata de creme de leite aos ingredientes básicos: leite condensado e nescau.
DICA.2.: Não utilize manteiga. Ela é completamente prescindivel.
Com o creme de leite (sem o soro) e o leite condensado na panela, coloque nescau a gosto. Mas não seja casquinha! Tem que colocar bastante nescau, senão não vale a pena!
DICA.3: Só pra lembrar do velho casadinho. Cozinhar o creme de leite com o leite condensado até ficar no ponto, colocar a metade numa vasilha e levar ao freezer. Depois é só adicionar o nescau na outra metade e pronto! Colocar por cima do brigadeiro branco ja geladinho. Dai deixa na geladeira mesmo!
Pronto. Já matei a vontade de escrever e o brigadeiro também já ficou pronto... Então é isso!
Até breve! ( prometo que mais breve do que da última vez...)
Mas até que um brigadeiro de panela é uma ótima opção para:
- Férias
- Um dia sozinho em casa sem muito o que fazer (o que é praticamente igual a: ver televisão o dia inteiro)
- Um dia com amigos em casa com muito o que fazer (para deixar a conversa mais empolgante ou o filme mais gostoso)
- Matar o desejo de comer brigadeiro ou simplesmente a vontade de comer chocolate quando não tem chocolate em casa.
Digamos que tenha sido mais ou menos por esses motivos (ou mesmo pela simples vontade de escrever) que resolvi registrar que o brigadeiro de panela fica muito, muito, muito mais saboroso se preparado desta maneira:
Para começar, pegue uma lata de leite condensado e uma de creme de leite e leve-as bem. (Pode ter certeza que vocë NÃO vai gostar de criar uma verminose ou amebiase dentro de você. Além de ser hiper nojento, DOI pra caramba).
Escolha uma panela legal e coloque-a no fogo com o leite condensado e o creme de leite. (DICA: coloque o creme de leite na geladeira ou no freezer por algum tempo antes de resolver botar a mão na massa. Isso irá separar o soro do creme, que ficará no fundo da lata, fácil de ser removido antes de colocar o creme na panela).
É basicamente isso. Acrescentar uma lata de creme de leite aos ingredientes básicos: leite condensado e nescau.
DICA.2.: Não utilize manteiga. Ela é completamente prescindivel.
Com o creme de leite (sem o soro) e o leite condensado na panela, coloque nescau a gosto. Mas não seja casquinha! Tem que colocar bastante nescau, senão não vale a pena!
DICA.3: Só pra lembrar do velho casadinho. Cozinhar o creme de leite com o leite condensado até ficar no ponto, colocar a metade numa vasilha e levar ao freezer. Depois é só adicionar o nescau na outra metade e pronto! Colocar por cima do brigadeiro branco ja geladinho. Dai deixa na geladeira mesmo!
Pronto. Já matei a vontade de escrever e o brigadeiro também já ficou pronto... Então é isso!
Até breve! ( prometo que mais breve do que da última vez...)
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